
Agonia e tédio são as palavras, dias escuros e estranhos e uma dor de permanacer com as raízes plantadas na mesma terra, com as costas cansadas de deitar no mesmo leito, agonia da vida que não muda, do vazio de tudo e da necessidade de algo que não se sabe o que é, meu espírito pede ajuda a essa imensidão crua e que quando se grita sua vóz ecoa até ser devolvida a meus próprios ouvidos, milhares de pensamentos incompletos e sussurro guerreiro que brigam com a falta de ar nos pulmões, lagrimas presas na tortura e na agonia de uma cabeça que gira tonta enquanto os olhos embaçam de dor enquanto a mente ferve de febre e os olhos tristes e vermelhos confessam a quantidade das infermidades de um corpo necessitado e me pergunto qual a resposta de uma equação inacabada?
Passei tão mal esses últimos dias, meus sentidos estavam tão embaralhados que é esse o único tipo de sensação do meu tédio que eu poderia descrever.
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