A agonia me devora como um pequeno prato de sobremesa. Rapidamente e deliciando cada momento do meu ser.Meu coração arde e meu espírito desmancha. Todos os dias acordo sem querer levantar da cama, com som horrendo das correntes, todo dia ele vem me buscar, do meu sonho ao meu pesadelo.
O diabo dorme do meu lado, ele me perturba até em oração. Circula minha casa, manda nas minhas vontades, me consome, me termina.
Estou numa doença terminal de depressão afogada num ódio profundo, reclama no meu ouvido, proibe-me de sorrir.
Meus cabelos estão gritando, meus cabelos estão gritando, eu me vingo, penso em arranhar o carro do diabo como vingança, não me deixe consumir, não me deixe ficar em casa, meu Deus, volte para minha salvação.
Que aos fins de semana bem longe.
